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'Vodca' vendida com metanol mata ao menos 25 pessoas na Rússia; professora de creche é detida

Pelo menos 25 pessoas morreram nesta semana após consumir o que lhes foi vendido como vodca, mas que acabou se revelando ser metanol. As mortes ocorreram na região de Leningrado (Rússia). Uma professora de creche foi presa após ser acusada de fornecer bebida alcoólica ilegal envenenada. O metanol é um tipo de álcool comumente encontrado em produtos de limpeza, combustível e anticongelante.
Olga Stepanova, de 60 anos, está por trás do esquema de produção da vodca falsificada, de acordo com a investigação. Ela forneceu as garrafas a um homem que as vendeu a clientes por um preço bem abaixo do praticado no mercado. A própria esposa dele estaria entre os mortos. Autoridades acreditam que o número de vítimas possa subir.
“O exame médico forense dos corpos de seis pessoas falecidas revelou níveis altos ou letais de metanol”, afirmou o principal órgão investigativo da Rússia, de acordo com o “Sun”.
Metanol usado para falsificar vodca na Rússia
Reprodução
Com o andamento da investigação, foram presas mais oito pessoas suspeitas de participarem do esquema de falsificação.
Mais de mil litros de bebida falsificada foram apreendidos, de acordo com a imprensa russa.
Pelo fato de o metanol ser insípido e ter apenas um leve cheiro, é impossível saber se uma bebida contém a substância. Cerca de 30 ml de metanol bastam para uma porção letal a uma pessoa.



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