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'Golpe do milagre': acusados de estelionato pediam R$ 24 por 24 horas de oração 'no monte'
Os valores cobrados, de acordo com a Polícia Civil, variavam entre R$ 20 e R$ 1,5 mil, conforme o tipo de oração oferecida. Para dar vazão ao grande volume de arrecadações, o grupo usava, conforme as investigações, uma rede de contas bancárias registradas em nome de terceiros, dificultando o rastreamento das movimentações financeiras. Os atendentes eram remunerados por comissões proporcionais à arrecadação semanal e, segundo os investigadores, submetidos a metas rígidas de desempenho. Aqueles que não atingiam o valor mínimo estipulado eram dispensados.



