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Cidade

Guitarrista do RPM cita consumo exagerado de cocaína nos bastidores: 'Perdemos a sanidade'


Carta do papai Noel

“A gente não parou. Começou à noite, varou a madrugada, chegou de manhã, que era hora de parar, não parou. Foi indo, foi indo até o show e foi um desastre, uma catástrofe. Cocaína é um negócio do diabo. Zerou a energia da banda. A gente quase apanhou muito. A gente estava sem energia, cantando mal. As pessoas estavam lá para ver o RPM, aquele RPM do ‘Fantástico’, e a gente negou fogo. Começaram a tacar latinha, depois areia. Saímos de lá com o moral no último. No mesmo dia, sem dormir ainda, a gente olhou um para cara do outro, e falou: ‘isso nunca vai acontecer. Vamos cheirar? Vamos cheirar, vamos beber e fumar, mas nasceu o dia seguinte todo mundo na cama’. Aí deu para levar até o final”.



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