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Cidade

'Toca e Passa': Aline Pellegrino visa legado da Copa do Mundo de 2027 'para além do futebol' e analisa públicos em jogos femininos


Carta do papai Noel

— Vejo isso como natural, até meio orgânico. Você não precisa convencer um flamenguista a torcer para o Flamengo, ou um corintiano a torcer para o Corinthians. A paixão está ali. E também não precisamos falar para 90% dos brasileiros que ele vai gostar de futebol. É algo que já está ali dentro. Mas isso (acompanhar as partidas femininas) precisa ser fomentado, nós precisamos conversar com esse torcedor. E aí eu acho que o case do Cruzeiro é muito positivo. Recentemente eu falei com a Bárbara (Fonseca, gerente de futebol feminino do clube), e ela falou que os jogos tiveram uma média de 700 pessoas na primeira fase e que viraram 20 mil na final. E aí, com certeza, muitas pessoas criticaram essas 700 pessoas. Mas nós não podemos ficar colocando régua para cobrar algo. Isso tem que ser construído. Se 700 assistem ao Cruzeiro, e 500 o Atlético-MG, 50 o Avaí Kindermann, tá ok.



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