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Política

Flávia Magalhães agradece apoio dos EUA em meio à perseguição do STF


Carta do papai Noel

Flávia Cordeiro Magalhães, brasileira naturalizada cidadã dos EUA, está ameaçada de prisão caso volte ao país de origem. A decisão judicial veio do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), motivado por uma publicação nas redes sociais feita em solo norte-americano, em 2022.

Sem ser notificada oficialmente, Flávia continuou postando nas redes sociais, o que levou à decretação de sua prisão preventiva, sob a alegação de descumprimento de ordem judicial. Agora, ameaçada pela Justiça brasileira, ela conta com as autoridades norte-americanas para resguardar seus direitos.

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O caso de Flávia repercutiu na imprensa norte-americana nesta semana, diante de uma reportagem da revista Newsweek publicada na última terça-feira, 16. Em entrevista ao Jornal da Oeste Primeira Edição desta sexta-feira, 19, Flávia comentou o apoio que tem recebido das autoridades dos EUA.

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A brasileira, natural de Recife (PE), conta que Martin de Luca, advogado da rede social Rumble e da Truth Social, de Donald Trump, assumiu o caso dela. Flávia é representada no Brasil por Paulo Faria, responsável pela defesa do ex-deputado Daniel Silveira, mas passou a também contar com de Luca depois de um encontro por acaso em um avião na capital dos EUA, Washington.

“Eu tive a audácia de me levantar e ir lá conversar com ele, ele já sabia quem eu era, ele já sabia, ele já me conhecia, conhecia o meu caso e fez questão de me esperar sair do avião pra tirar uma foto comigo, postou o meu caso no Twitter, na página dele”, disse a Oeste. “Para mim foi uma honra, e eles se juntaram e ele também está me defendendo. Sem custo nenhum, porque eu não tenho como pagar.” Eu não tenho como pagar, porque eu sou uma cidadã comum.”

Além de Martin de Luca, o secretário vice-secretário de Estado dos Estados Unidos, Christopher Landau, se manifestou sobre o assunto. “Os Estados Unidos continuam esperando que o Brasil controle seu descontrolado juiz Moraes, da Suprema Corte, antes que ele destrua completamente o relacionamento que nossos grandes países desfrutam há mais de dois séculos”, escreveu no X depois da reportagem da Newsweek.

“Em vez de qualquer tentativa de resolver a crise, o Brasil está permitindo que esse violador de direitos humanos sancionado intensifique seu abuso do processo judicial para perseguir uma agenda descaradamente política”, completou. “Os Estados Unidos não permitirão que o juiz Moraes estenda seu regime de censura ao nosso território.”

Flávia Magalhães lamenta não poder vir ao Brasil

Apesar de expressar gratidão pelo apoio recebido diante das ameaças do STF, Flávia se entristece por não poder mais vir ao Brasil. “O país que abriu as portas pra mim está me acolhendo, e o país em que eu nasci fechou as portas pra mim”, disse a Oeste. “É muito triste isso. Eu não posso ver mais minha família. Eu não posso mais entrar no Brasil. Faz dois anos que eu não vejo a minha irmã.”

A mãe de Flávia está nos EUA, com a filha, pois também tem cidadania norte-americana, assim como o filho e os sobrinhos. “Todos moram comigo, e minha irmã mora no Brasil. E eu não posso mais ver minha irmã. Não posso ver meus amigos. Não posso mais pisar no Brasil”, lamenta.

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